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Mobirise

2019-3-26
Parlamento Europeu aprova Diretiva dos Direitos de Autor.
348 membros do Parlamento Europeu aprovaram a Diretiva dos Direitos de Autor, incluindo os polémicos artigos 11 e 13, que, na versão final, se tornaram nos artigos 15 e 17


O Parlamento Europeu aprovou a Diretiva de Direitos de Autor, uma legislação controversa que foi desenhada para atualizar as leis de direitos de autor na União Europeia (UE) para a idade da internet.

348 membros do parlamento votaram a favor e 274 contra, existindo ainda 36 abstenções. Ainda foi levada a votação uma proposta para retirar o Artigo 13, mas foi rejeitada por uma diferença de apenas cinco votos. Assim, a diretiva será passada aos diferentes Estados-Membro da União Europeia, incluindo Portugal, onde se irá transmitir em lei. 

Os defensores desta diretiva afirmam que vai equilibrar o campo entre os gigantes da tecnologia, maioritariamente localizados nos Estados Unidos da América, e os criadores de conteúdo europeu, dando aos detentores de direitos autorais mais poder sobre como as grandes plataformas de internet distribuem o seu conteúdo. Por outro lado, os críticos dizem que a lei é vaga e que acabará por restringir a maneira como o conteúdo é partilhado na internet. 

Esta legislação foi debatida durante mais de dois anos. Apesar da grande pressão por parte das tecnológicas, detentores de direitos autorais e ativistas, os dois principais artigos permaneceram praticamente intactos. 

O Artigo 11, que se tornou em Artigo 15 na última proposta, permite que as publicações cobrem a plataformas como o Google News quando mostram um excerto das notícias. 

O Artigo 13, que foi renomeado para Artigo 17 na proposta apresentada, dá a sites como o YouTube mais responsabilidades para impedir que os utilizadores façam o upload de conteúdo com direitos de autor nas suas plataformas. 

Através de email, a Google, uma das empresas que mais lutou contra a proposta inicial desta diretiva, afirma que "a Diretiva dos Direitos de Autor foi melhorada, mas vai continuar a gerar incerteza jurídica e ainda afetar as economias criativas e digitais europeias. Os pormenores são importantes e estamos ansiosos por trabalhar com decisores políticos, publishers, criadores e detentores de direitos, à medida que os Estados-Membro da UE se forem movimentando para implementar estas novas regras”.

Fonte: itchannel

Mobirise

2019-3-26
Detetar quando e por onde entram cibercriminosos continua um mistério.
Estudo da Sophos revela que a maioria dos cibercriminosos são detetados no servidor ou na rede, mas os gestores admitem que não sabem como começou um dos ataques mais graves


A Sophos anunciou os resultados do seu estudo global, “7 Uncomfortable Truths of Endpoint Security”, onde revela que os gestores de IT têm muito mais probabilidade de conseguir capturar cibercriminosos nos servidores das organizações e nas redes, do que em qualquer outro lugar.

Os gestores de IT descobriram 37% dos ciberataques mais significantes nos servidores das organizações e 37% nas suas redes. Apenas 17% foram descobertos no endpoint e 10% foram encontrados em dispositivos móveis. O estudo inquiriu mais de 3.100 decisores de TI desde empresas médias em 12 países, incluindo os Estados Unidos, Canadá, México, Colômbia, Brasil, Reino Unido, França, Alemanha, Austrália, Japão, Índia e África do Sul. 

“Os servidores guardam dados financeiros, dos colaboradores, confidenciais e outros sensíveis, e com leis mais rigorosas como RGPD que exigem que as organizações reportem violações de dados, as ameaças de segurança ao servidor são uma constante. Faz sentido que os gestores de TI estejam focados na proteção dos servidores cruciais para o negócio e em impedirem em primeiro lugar a entrada na rede pelos atacantes, o que conduz a mais deteções de cibercriminos nestas duas áreas”, refere Chester Wisniewski, Principal Research Scientist da Sophos. “No entanto, os gestores de TI não podem ignorar os endpoints porque a maioria dos ciberataques começam por aí, contudo uma quantidade superior ao previsto de gestores TI continua sem conseguir identificar a forma como as ameaças estão a alcançar o sistema e quando”. 

De acordo com o estudo, 20% dos gestores de TI que foram vítimas de um ou mais ciberataques no ano passado não conseguem identificar como os atacantes conseguiram entrar, e 17% não sabem por quanto tempo esteve a ameaça presente antes de ser detetada. Para melhorar esta falta de visibilidade, os gestores TI precisam de uma tecnologia de deteção e resposta endpoint (EDR) que revela os pontos de inicias da ameaça e o rastro digital dos atacantes que se movem lateralmente pela rede. 

“Se os gestores de TI não conhecem a origem ou movimento de um ataque, não conseguem então minimizar o risco e interromper a corrente do ataque, de forma a evitar ainda mais infiltrações”, declara Wisniewski. “A EDR ajuda os gestores de TI a identificar o risco e a estabelecerem um processo para as organizações nos dois extremos do modelo de maturidade da segurança. Se o TI está mais focado na deteção, a EDR pode descobrir, bloquear e remediar mais rapidamente; se o TI continua a desenvolver uma base de segurança, a EDR é uma parte integrante que proporciona a inteligência de ameaças necessária”. 

De acordo com a pesquisa, em média, as organizações que investigam um ou mais potenciais incidentes de segurança todos os meses, despendem 48 dias por ano (quatro dias por mês) a investigá-los. 

Não é por isso surpreendente que os gestores de IT tenham indicado “identificação de eventos suspeitos” (27%), “gestão de alerta” (18%) e “priorização de eventos suspeitos” (13%) como os três elementos principais que as soluções EDR devem responder para reduzir o tempo gasto na identificação e resposta aos alertas de segurança. 

“A maioria dos ciberataques spray and pray podem ser interrompidos em segundos no endpoint sem causar alarme. Os atacantes mais persistentes, incluindo os que executam ransomware direcionado como o SamSam, levam o tempo necessário para entrar no sistema, ao descobrir palavras-chave fáceis de adivinhar e mal escolhidas em sistemas remotamente acessíveis (RDP, VNC, VPN, etc.), estabelecem uma base e movimentam-se silenciosamente até causar prejuízo”, diz Wisniewski. “Se os gestores de TI têm defesa em profundidade com a EDR, podem também investigar um incidente mais rapidamente e utilizar a inteligência da ameaça que daí resulta para os ajudar a encontrar a mesma infeção ao longo do sistema. Uma vez que os cibercriminosos conheçam a forma como certo tipo de ataques funciona, reproduzem-nos normalmente dentro das organizações. Descobrir e bloquear ataques padrão irá ajudá-lo a reduzir o número de dias que os gestores de TI despendem na investigação de potenciais incidentes”.

Fonte: itchannel

Mobirise

2019-3-26
Office 2019 e Windows 10 Pro genuínos e para todos.
O advento das plataformas de venda de licenças online está ao rubro. O Office 2019 e o Windows 10 Pro têm ganho especial destaque nos últimos tempos por se apresentarem com valores de compra muito competitivos.


Contra muitos e a favor de outros mais, as plataformas de venda online de software e jogos revolucionaram o mercado e desta vez não é exceção: os preços permitem optar por uma solução simples e fiável, evitando as dores de cabeça de malwares e afins.

Cada vez menos a pirataria se justifica face à enorme oferta de plataformas online. Estas oferecem preços para todo o tipo de software e entretenimento, que ajuda a fugir a malware e cracks dúbios, que apenas servem para colocar em perigo a nossa segurança.

O destaque principal passa pelas licenças de software genuínas a preços mais reduzidos e nisso, sem dúvida ou piscar de olhos, a GOODOFFER24 é perita.

Fonte: pplware

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